12 de outubro de 2010
Novidades
Para os que ficaram, ficou o desafio de tocar o grupo sem o professor, Limaverde, e sem dois de seus alunos mais antigos. Foi um excelente exercício de maturidade e responsabilidade com a Capoeira. Sinceramente, quando chegamos de volta a Maputo, ficamos impressionados com o tanto que o grupo cresceu, que bom!
Isso tudo teve resultados, gigantescos: iniciamos uma atividade na Universidade Eduardo Mondlane - UEM, com os alunos. As atividades ocorrem segundas e quartas feiras, no Centro Cultural da UEM. Aproveitamos para agradecer à Direcção de Cultura e Desporto da Universidade, nas pessoas da Sra. Alda e Sra. Arminda que, com muita simpatia, facilitaram o o nosso processo de entrada. Agradecemos também ao Franco, que coordena as atividades de teatro no Centro Cultural, que foi a principal fonte motivadora do processo. Finalmente, agradecemos de coração ao Agnelo, aluno do Nzinga (apesar de um pouco ausente, né, Agnelo???) que deu a primeira idaia e nos colocou em contato com o Franco.
O outro resultado deste nosso crescimento é a vinda da Mestra Janja para Maputo! Ela virá de 26 de Novembro a 5 de Dezembro, e deixará suas marcas tão belas por aqui. Mais por vir em breve!
Descansados...
19 de agosto de 2010
roda de chegança hoje!
Até logo, às 18 horas!
18 de agosto de 2010
imagens de uma trajetória feliz
Mais divino é que desse semovente humano saem novos comboios de gente, trilhando em diferentes horizontes e agregando diferentes cabeças. As rotas mostram-se diferentes, mas o caminho é sempre esse mesmo, gostoso e belo.
Nosso caminho vem de longe...
10 de julho de 2010
Nzinga 15 anos!
Mapiko e seus tambores
Quem se interessar pode achar alguma informcão do Mapiko na Associação Cultural Nkhoswe. Há também algumas fotos nesta página.

Vê-se que o Mapiko requer uma orquestra inteira, um conjunto de tambores e batuques para dar o ritmo e o ngunzo pros dançarinos... Ora ora com que parece isso? Da capoeira ao candomblé.
Fonte: Governo de Moçambique - Ministério da Educação e Cultura. Instrumentos Tradicionais de Moçambique. Maputo: Direcção Nacional de Cultura, 1980.
Fala Zé!
Bom dia, boa tarde, boa noite, seja como for tenha um dia feliz. Sou um membro do Grupo Nzinga de Maputo. O meu nome é José Inácio Vitorino Beula, gosto de ser chamado por JB. A capoeira para mim é uma das boas virtudes e eu vou falar um pouco o que é ser um capoeirista.
Para mim ser um capoeirista é saber tudo da Capoeira e poder ensinar, e dar conhecimento aos outros. Porque se um capoeirista quiser aprender sozinho, irá levar muito tempo, mas se aprender em grupo será um processo acelerado de aprendizagem.
Agora vou falar um pouco do meu grupo, Nzinga Maputo. O Grupo Nzinga de Maputo é um grupo que nasceu, cresceu e está bem conhecido. O grupo está e sempre estará aberto para todos os interessados porque a capoeira não é privilégio de ninguém, ela é pra homem, menino, menina e mulher.
Nós vamos construir o dia a dia, estamos sempre a ajudar e apoiar o grupo, porque nada aconteceria sem que alguém tivesse iniciado. Sempre temos que ver o que está faltando e também há muito trabalho temos que dividir as tarefas.
Quero agradecer às Mestras Janja e Paulinha e ao Mestre Poloca por mandar um discípulo de capoeira Angola o Gabriel Limaverde e agradecer também aos treineis que estiveram cá e que eu também tive a oportunidade de ver e conhecer: o Daniel, o Dênis e a Manô. Parabéns e obrigado por trazerem o Nzinga cá em Maputo. E mais uma vez obrigado Limaverde.
Valeu Zé!
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