19 de agosto de 2010

roda de chegança hoje!

Pessoas, capoeiristas e chegados. Venham ao espaço do Nzinga para uma rodinha de chegança hoje. Compartilharemos coisas.
Até logo, às 18 horas!

18 de agosto de 2010

imagens de uma trajetória feliz

O Nzinga completou 15 anos de existência. É divino como uma iniciativa voltada à alegria, à justiça e ao aprendizado de si e do outro agrega pessoas, como se fosse um comboio de gente, trilhando um caminho gostoso e belo.

Mais divino é que desse semovente humano saem novos comboios de gente, trilhando em diferentes horizontes e agregando diferentes cabeças. As rotas mostram-se diferentes, mas o caminho é sempre esse mesmo, gostoso e belo.

Nosso caminho vem de longe...



As fotos deste post são do Chiquinho, nzingueiro ponta firme lá de Brasília. Na barra lateral, tem também fotos da Lilian e da Natália, ambas de Sampa.

10 de julho de 2010

Nzinga 15 anos!


Quem quiser me ver... Arrodeia o mar tres vezes!
Nós estamos lá! Núcleo Maputo representado por Mitó, Fernandinho e Limaverde. Haja coração!


Mapiko e seus tambores

Mapiko é uma dança forte. É daquelas coisas que explicar é só vendo mesmo. É uma dança do povo Makonde, que se concentra ao norte de Moçambique e Tanzania. É um povo, como a dança, forte e guerreiro, e com suas maneiras muito próprias de verem o mundo. Por exemplo, é uma sicedade matriarcal: casando, um homem muda-se para a casa da sogra; todo o cerner familiar (incluindo seu espaço físico) é baseado nas mulheres.
Quem se interessar pode achar alguma informcão do Mapiko na Associação Cultural Nkhoswe. Há também algumas fotos nesta página.


Vê-se que o Mapiko requer uma orquestra inteira, um conjunto de tambores e batuques para dar o ritmo e o ngunzo pros dançarinos... Ora ora com que parece isso? Da capoeira ao candomblé.

Fonte: Governo de Moçambique - Ministério da Educação e Cultura. Instrumentos Tradicionais de Moçambique. Maputo: Direcção Nacional de Cultura, 1980.

Fala Zé!

Palavras do Zé (20 anos), um dos alunos antigos do Nzinga que começa a entender um pouco das coisas. Além de angoleiro, o Zé é um exímio dançarino.

Bom dia, boa tarde, boa noite, seja como for tenha um dia feliz. Sou um membro do Grupo Nzinga de Maputo. O meu nome é José Inácio Vitorino Beula, gosto de ser chamado por JB. A capoeira para mim é uma das boas virtudes e eu vou falar um pouco o que é ser um capoeirista.

Para mim ser um capoeirista é saber tudo da Capoeira e poder ensinar, e dar conhecimento aos outros. Porque se um capoeirista quiser aprender sozinho, irá levar muito tempo, mas se aprender em grupo será um processo acelerado de aprendizagem.

Agora vou falar um pouco do meu grupo, Nzinga Maputo. O Grupo Nzinga de Maputo é um grupo que nasceu, cresceu e está bem conhecido. O grupo está e sempre estará aberto para todos os interessados porque a capoeira não é privilégio de ninguém, ela é pra homem, menino, menina e mulher.

Nós vamos construir o dia a dia, estamos sempre a ajudar e apoiar o grupo, porque nada aconteceria sem que alguém tivesse iniciado. Sempre temos que ver o que está faltando e também há muito trabalho temos que dividir as tarefas.

Quero agradecer às Mestras Janja e Paulinha e ao Mestre Poloca por mandar um discípulo de capoeira Angola o Gabriel Limaverde e agradecer também aos treineis que estiveram cá e que eu também tive a oportunidade de ver e conhecer: o Daniel, o Dênis e a Manô. Parabéns e obrigado por trazerem o Nzinga cá em Maputo. E mais uma vez obrigado Limaverde.

Valeu Zé!

11 de junho de 2010

Poloca na Europa 2010

Já começam a faltar dedos nas mãos para contar as peripécias de Mestre Poloca na Europa. Esse video-flyer (que legal isso!) foi criado pelo grande Mastrinho, que ajuda a Gigi na coodenação do Nzinga Marburg, na Alemanha.

Poloca Workshop - Europe 2010 (Video-Flyer) from pedro gonçalves on Vimeo.

17 de maio de 2010

Palavra do Mês: Mwana

Mwana é criança. Criança é pessoa. Mwana como diriam os moçambicanos da nata seria um miúdo, ou “puto”. Aquelas pequenas pessoinhas tão inteligentes, tão ativas e puras… Loucas por aprendizado.

Acho que mwanas somos nós também, aquela parte que vive para aprender do mundo, perguntar os porques… Na roda pequena e na roda grande!